Heroes S01

“Save the cheerleader, save the world”, um lema que ficou gravado na cabeça dos fãs desta série, onde pessoas comuns descobrem possuírem habilidades que os tornam especiais, e com isso, responsáveis por salvar o mundo. Uma idéia pouco original, mas muito bem aproveitada nesta primeira temporada.

A primeira temporada de Heroes nos apresenta os personagens chave do seriado, candidatos à heróis: Hiro Nakamura, capaz de controlar o tempo, Claire Bennet, a cheerleader com capacidade de regeneração celular, Matt Parkman, um policial que lê mentes, Nathan Petrelli, o prefeito capaz de voar e Peter Petrelli, enfermeiro com o poder mais desejado de todos: acumular todos os poderes com os quais tem contato.  Mas, como sempre, não existem somente pessoas bem intencionadas. Existem vilões como Gabriel Gray, mais conhecido como Sylar, que também acumula poderes, porém, para isso ele deve matar sua vítima.

Outros personagens com diferentes poderes são apresentados, mas algumas pessoas comuns também são importantes em toda a trama, principalmente Noah Bennet, pai de Claire, que trabalha para uma companhia caçando, analisando e prendendo pessoas com poderes, sempre em conjunto com “um deles”, o haitiano capaz de neutralizar poderes e apagar memórias. Também importante e constante, temos o cientista Mohinder Suresh, que, seguindo os passos do seu pai, continua a pesquisa sobre os seres humanos especiais, tentando identificar as diferenças genéticas que fazem com que tenham habilidades sobre humanas. Seu envolvimento com os heróis e vilões vai muito além do que se pode esperar.

Durante toda a temporada, o grande objetivo destes heróis é capturar o vilão Sylar e evitar que Nova York seja dizimada por uma misteriosa explosão nuclear, prevista em pinturas que revelam o futuro, feitas por Isaac Mendez.

Eu, particularmente nunca fui fã dos super-heróis mais conhecidos, como SuperMan e Batman, e não assisto aos filmes sobre eles com muito entusiasmo. Mas Heroes é mais parecido com X-Men, que eu julgo um pouco diferente e gosto muito, principalmente pela criatividade dos diferentes poderes e pelo trabalho em equipe, muito mais interessante de assistir do que um exército de um homem só.

Apesar de não ter uma idéia 100% original, a série consegue prender o espectador com mistérios, surpresas e reviravoltas, e um roteiro bem montado. Os efeitos especiais  não deixam a desejar e as cenas em que Hiro Nakamura pára o tempo são incrivelmente bem feitas, assim como a habilidade principal de Sylar, a telecinese, que acontece tão naturalmente que esquecemos que aquilo não é possível.

Sem dúvida a primeira temporada de Heroes é uma série obrigatória para quem gosta de suspense, ação e inteligência. Pena que a série não se manteve assim em todas as outras 3 temporadas que assisti, mas isto é assunto para outro post…

Leitores, mãos a obra. A Ilha de Lost é toda sua…
Thiago Barrionuevo

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2 Respostas

  1. […] somados à outros problemas, fizeram com que a terceira temporada não fosse tão boa quanto à primeira. Mas ainda assim, é melhor que a […]

  2. […] 11 episódios trouxe certa confusão para a segunda temporada de Heroes e não me agradou como a primeira temporada […]

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